No tabuleiro da vida, quem é o impostor?
Quando não há maldade no olhar, tende o observador a achar que todos são bons. Foi assim que, por algum tempo, não percebi a morbidez que subjaziam movimentos recheados de doses imperceptíveis de cianureto. Como que movido por um impulso maior do que posso transpor, por vezes me vejo a pensar -e, em síntese, meus […]