Crônica
Pássaro
Há uma ciência oculta por detrás do amar muito depressa.
Um pássaro, certa vez, pousou sobre meu ombro e eu o amei tão intensamente que desejei por alguns instantes que voltasse a voar, precisava vê-lo feliz outra vez, precisava que o esticar de suas asas o fizesse ter vontade de cantar.
Assim o fiz, e sacudi os ombros a dizer: “Voa, pequenino!”